Seu hotel deixa dinheiro na mesa todo dia.

A gente opera Revenue, Marketing e Vendas do seu hotel junto com o seu time. Com dado, não com opinião.

  • Sem demanda, a casa espera.
  • O mercado encontra a operação.
  • Pessoas chegam. A conversa começa.
  • Movimento vira resultado.

O que o mercado ainda não resolve

Todo hotel tem os sistemas. Nenhum deles fecha a conta.

A gente varreu as ferramentas líderes de revenue, marketing, vendas e atendimento em hotelaria, categoria por categoria. Não faltam boas ferramentas. Falta a costura entre elas. E é sempre a mesma costura que fica de fora.

R$ 2,56 milhões

é o que sai de uma casa de R$ 32 milhões de receita anual nos oito pontos de comissão que hoje vão para a intermediação e poderiam ter ficado no canal direto. A conta é simples. O sistema que mostra onde estão esses pontos, não.

  1. A dor

    A mesma pessoa entra pelo anúncio, pergunta no WhatsApp, liga para a central e some. Cada canal a trata como um contato diferente.

    O que a gente faz

    Uma identidade só, atravessando anúncio, conversa, ligação e reserva. Quem chega pela terceira vez é reconhecido na terceira vez.

  2. A dor

    “Qual campanha me deu mais receita líquida no mês passado?” não tem resposta em sistema nenhum. Os painéis mostram clique e abertura, nunca a receita que entrou.

    O que a gente faz

    Atribuição fechada até a receita realizada no PMS, toque a toque. A pergunta passa a ter uma resposta, com número.

  3. A dor

    A ligação que fechou a venda não aparece em lugar nenhum. Some do perfil do hóspede, some do relatório, some da conta da campanha.

    O que a gente faz

    A ligação entra no mesmo funil do resto, com o histórico chegando inteiro em quem vai fechar.

  4. A dor

    O balcão de grupos e eventos vive num mundo à parte, com planilha própria, sem conversar com o atendimento do hóspede.

    O que a gente faz

    Um pipeline só, com o evento e a diária disputando a mesma noite com o mesmo critério de rentabilidade.

  5. A dor

    O hóspede que fechou é entregue no check-in e a central de reservas perde o contato com ele. Ninguém volta para pedir a avaliação.

    O que a gente faz

    O mesmo hóspede segue ligado à central de relacionamento até o fim da estada. A avaliação vira parte do fluxo, não um favor.

Nenhuma dessas peças é invenção nossa: cada uma existe solta, em alguma ferramenta boa. O que não existe é a costura. É ela que a gente opera.

O que a gente instala

A gente implanta um segundo cérebro na sua casa.

Inteligência artificial montada em cima dos dados do seu hotel, não de um modelo genérico que serve para qualquer negócio.

  1. Genomao que a casa sabe, escrito com origem, data e dono.
  2. IRSa inteligência operando Revenue, Marketing, Vendas e Gestão, todo dia.

Um não anda sem o outro. Sem a casa escrita não há o que operar. Sem operação, o que foi escrito envelhece na gaveta.

As quatro frentes

Uma casa escrita. Três frentes operando em cima dela.

  1. Genoma

    O negócio inteiro, vivo e verificável.

    Sete bases transformam conhecimento disperso em uma fonte confiável.

  2. Revenue

    Demanda vira preço. Preço vira resultado.

    Mercado, carteira e rentabilidade orientam como o hotel se distribui: tarifa, restrição, regra e política.

  3. Marketing e Vendas

    Da descoberta ao review, a conversa não se perde.

    Tráfego, WhatsApp, venda, atendimento, avaliação e reconquista seguem no mesmo fio.

  4. Gestão

    A cultura vira execução.

    Objetivos, responsabilidades e rituais organizam como o time decide e age.

Você pede uma leitura. A gente liga o plug-in.

O primeiro degrau não custa nada. Também não depende de contrato.

A leitura · o primeiro dos cinco passos.

IRS

Intelligent Revenue System: a operação como rotina.

Três frentes por dentro, uma conversa só por fora. Cada uma tem um especialista dedicado. Os três leem o mesmo Genoma.

NEREU

Revenue

Lê a pressão de demanda antes dela chegar e decide preço, mínimo de noites, restrição e canal com antecedência.

DÓRIS

Marketing e Vendas

Entrega o cliente certo já qualificado, na ordem em que ele precisa ser atendido, com o dossiê ao lado da decisão.

NÓMOS

Gestão

Transforma objetivo, responsabilidade e ritual no jeito como o time decide. E mantém a regra viva depois que a reunião acaba.

O que a gente promete. E o que não promete.

A gente promete

  • Operar junto com o seu time, nunca no lugar dele.
  • Toda decisão com origem, data e um responsável com nome.
  • O que a gente escrever fica seu, inclusive no dia em que a gente sair.
  • Preço fechado, combinado antes de começar.

A gente não promete

  • Percentual de receita antes de conhecer a sua casa por dentro.
  • Substituir o seu time por robô.
  • Vender licença de software. A gente não tem nenhuma para te empurrar.
Endrigo Soares, fundador da Sereia

Quem opera

Endrigo Soares

Founder

Vinte e dois anos de hospitalidade, do turno da noite na auditoria à diretoria comercial de grupo.

  • Implantou revenue management do zero numa rede regional e levou a venda direta de 13% para 42%.
  • 735 apartamentos sob gestão comercial, com um time de nove pessoas.
  • Onze anos de análise de receita, automatizada primeiro e agora operada com inteligência artificial.

A primeira luz sobre o que seu negócio pode fazer melhor.

Sem custo, por pedido, usando dados públicos e revisado por uma pessoa. Vale por 14 dias.

A gente opera Revenue,
Marketing e Vendas
junto com o seu time.

Com dado,
não com opinião.

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