NEREU
Revenue
Lê a pressão de demanda antes dela chegar e decide preço, mínimo de noites, restrição e canal com antecedência.
O que o mercado ainda não resolve
A gente varreu as ferramentas líderes de revenue, marketing, vendas e atendimento em hotelaria, categoria por categoria. Não faltam boas ferramentas. Falta a costura entre elas. E é sempre a mesma costura que fica de fora.
R$ 2,56 milhões
é o que sai de uma casa de R$ 32 milhões de receita anual nos oito pontos de comissão que hoje vão para a intermediação e poderiam ter ficado no canal direto. A conta é simples. O sistema que mostra onde estão esses pontos, não.
A dor
A mesma pessoa entra pelo anúncio, pergunta no WhatsApp, liga para a central e some. Cada canal a trata como um contato diferente.
O que a gente faz
Uma identidade só, atravessando anúncio, conversa, ligação e reserva. Quem chega pela terceira vez é reconhecido na terceira vez.
A dor
“Qual campanha me deu mais receita líquida no mês passado?” não tem resposta em sistema nenhum. Os painéis mostram clique e abertura, nunca a receita que entrou.
O que a gente faz
Atribuição fechada até a receita realizada no PMS, toque a toque. A pergunta passa a ter uma resposta, com número.
A dor
A ligação que fechou a venda não aparece em lugar nenhum. Some do perfil do hóspede, some do relatório, some da conta da campanha.
O que a gente faz
A ligação entra no mesmo funil do resto, com o histórico chegando inteiro em quem vai fechar.
A dor
O balcão de grupos e eventos vive num mundo à parte, com planilha própria, sem conversar com o atendimento do hóspede.
O que a gente faz
Um pipeline só, com o evento e a diária disputando a mesma noite com o mesmo critério de rentabilidade.
A dor
O hóspede que fechou é entregue no check-in e a central de reservas perde o contato com ele. Ninguém volta para pedir a avaliação.
O que a gente faz
O mesmo hóspede segue ligado à central de relacionamento até o fim da estada. A avaliação vira parte do fluxo, não um favor.
Nenhuma dessas peças é invenção nossa: cada uma existe solta, em alguma ferramenta boa. O que não existe é a costura. É ela que a gente opera.
O que a gente instala
Inteligência artificial montada em cima dos dados do seu hotel, não de um modelo genérico que serve para qualquer negócio.
Um não anda sem o outro. Sem a casa escrita não há o que operar. Sem operação, o que foi escrito envelhece na gaveta.
As quatro frentes
Genoma
Sete bases transformam conhecimento disperso em uma fonte confiável.
Revenue
Mercado, carteira e rentabilidade orientam como o hotel se distribui: tarifa, restrição, regra e política.
Marketing e Vendas
Tráfego, WhatsApp, venda, atendimento, avaliação e reconquista seguem no mesmo fio.
Gestão
Objetivos, responsabilidades e rituais organizam como o time decide e age.
O primeiro degrau não custa nada. Também não depende de contrato.
A leitura · o primeiro dos cinco passos.
IRS
Três frentes por dentro, uma conversa só por fora. Cada uma tem um especialista dedicado. Os três leem o mesmo Genoma.
NEREU
Lê a pressão de demanda antes dela chegar e decide preço, mínimo de noites, restrição e canal com antecedência.
DÓRIS
Entrega o cliente certo já qualificado, na ordem em que ele precisa ser atendido, com o dossiê ao lado da decisão.
NÓMOS
Transforma objetivo, responsabilidade e ritual no jeito como o time decide. E mantém a regra viva depois que a reunião acaba.
Quem opera
Founder
Vinte e dois anos de hospitalidade, do turno da noite na auditoria à diretoria comercial de grupo.
Sem custo, por pedido, usando dados públicos e revisado por uma pessoa. Vale por 14 dias.
A gente opera Revenue,
Marketing e Vendas
junto com o seu time.
Com dado,
não com opinião.