Seu hotel deixa dinheiro na mesa todo dia.

A gente opera Revenue, Marketing e Vendas do seu hotel junto com o seu time. Com dado, não com opinião.

  • Sem demanda, a central de reservas espera.
  • O mercado encontra a operação.
  • Pessoas chegam. A conversa começa.
  • Movimento vira resultado.

O negócio e as frentes

A inteligência já existe no seu negócio, espalhada. A artificial faz as três frentes operarem como uma.

  1. Genoma

    O negócio inteiro, vivo e verificável.

    Sete bases transformam conhecimento disperso em uma fonte confiável.

  2. Revenue

    Demanda vira preço. Preço vira resultado.

    Mercado, carteira e rentabilidade orientam como o hotel se distribui: tarifa, restrição, regra e política.

  3. Marketing e Vendas

    Da descoberta ao review, a conversa não se perde.

    Tráfego, WhatsApp, venda, atendimento, avaliação e reconquista seguem no mesmo fio.

  4. Gestão

    A cultura vira execução.

    Objetivos, responsabilidades e rituais organizam como o time decide e age.

Quando entra em operação

O que muda na operação a partir do primeiro dia.

Nada de ferramenta nova na mesa de quem já está cheio. A operação passa a usar o que o negócio já sabe.

  1. Pré-venda

    Quem responde conhece o hotel.

    Diagrama a giz: três origens separadas, um anúncio, uma conversa e um telefone, com as linhas embaraçadas descendo até um nó e saindo dele uma linha só.

    A inteligência que atende foi treinada no seu Genoma: ficha técnica, destino, política, tom da marca. Resposta genérica não sai daqui.

    Anúncio, WhatsApp e central passam a ter uma identidade só. A ligação que fechou a venda entra no mesmo funil do resto.

  2. Gestão

    A operação aprende todo dia.

    Diagrama a giz: um ciclo fechado no sentido horário com quatro paradas. A marca fica no centro.

    Os rituais que já existem ganham dado embaixo. O que se decide vira rotina. A rotina volta medida na semana seguinte.

    Grupos e eventos entram no mesmo pipeline, com o mesmo critério de rentabilidade. O hóspede segue ligado à central até o fim da estada.

Cada peça dessas existe solta, em alguma ferramenta boa. O que não existe é a costura. É ela que a gente opera.

Revenue não trabalha sozinho

O mesmo sinal que muda uma tarifa muda a campanha.

Uma janela de quatro noites que parou de vender. Acompanhe o que a operação faz com isso.

  1. A janelaQuatro noites de novembro param de receber reservas no ritmo das outras. Ninguém precisou olhar planilha para perceber.
  2. Revenue lêPick-up e pace confirmam: não é oscilação, é uma data que não vai fechar sozinha. O sinal sai do Revenue em vez de morrer nele.
  3. Marketing respondeA verba sai da data que já vendeu e vai para essa. Público, mensagem e canal mudam junto. O retorno é medido até a receita realizada no PMS.
  4. Vendas respondeGrupos e eventos que cabem nessas noites sobem na fila. A central recebe o contexto pronto, com o histórico de quem já perguntou por elas.

Você pede uma leitura. A gente liga o plug-in.

A leitura · o primeiro dos cinco passos.

O que a gente promete. E o que não promete.

A gente promete

  • Operar junto com o seu time, nunca no lugar dele.
  • Toda decisão com origem, data e um responsável com nome.
  • Tudo que a gente levantar fica seu, inclusive no dia em que a gente sair.
  • Preço fechado, combinado antes de começar.

A gente não promete

  • Percentual de receita antes de conhecer o seu negócio por dentro.
  • Substituir o seu time por robô.
  • Vender licença de software. A gente não tem nenhuma para te empurrar.
Endrigo Soares, fundador da Sereia

Quem opera

Endrigo Soares

Founder

Vinte e dois anos de hospitalidade, do turno da noite na auditoria à diretoria comercial de grupo.

  • Implantou revenue management do zero numa rede regional e levou a venda direta de 13% para 42%.
  • 735 apartamentos sob gestão comercial, com um time de nove pessoas.
  • Onze anos de análise de receita, automatizada primeiro e agora operada com inteligência artificial.

Nosso Sonar gratuito

Quando o hóspede pede um hotel para a IA, ela cita o seu?

Hoje a pergunta não é mais feita a um buscador. É feita a um assistente, que responde com três ou quatro nomes e pronto. O Sonar mede se um deles é o seu.

  • Uma nota de 0 a 100com a faixa real do mercado ao lado, medida nos hotéis que já passaram por aqui.
  • Onde você ganha e onde perdequatro pilares abertos: ser encontrado, ser entendido, ser citado e estar pronto para agentes.
  • Quem aparece no seu lugaros concorrentes que a IA cita quando o hóspede pergunta pela sua cidade.

Perguntamos de verdade aos assistentes que o seu hóspede usa, com quatro perfis de viagem. E lemos o seu site do jeito que um modelo lê. Leva menos de um minuto. Só dado público: nenhum login, nenhum acesso a sistema.

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